Resposta das operadoras no Reclame AQUI seria fator decisivo para contratação

96% dos entrevistados escolheriam empresa de acordo com atendimento no site

ReclameAQUI

Um levantamento feito pelo Reclame AQUI com cerca de 8.000 consumidores nos dias 16 e 17 de junho apontou que a fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com as operadoras de telefonia no Brasil é ineficaz, o que faz com que a insatisfação dos clientes com o órgão aumente. Conforme o estudo, 44,54% dos entrevistados estão insatisfeitos com a atuação da Anatel, enquanto 25,58% estão pouco satisfeitos.

O atendimento através do site se tornou um diferencial na hora de aderir um plano. De acordo com a pesquisa, mais de 96% dos entrevistados afirmaram que, caso as operadoras atendessem 100% das demandas no Reclame AQUI, este seria um fator decisivo na contratação do serviço.  

Principal fator na hora de contratar uma operadora

A qualidade dos serviços prestados está como o quesito mais importante, de acordo com 46,83% dos consumidores. Do total, 16,55% optam pela operadora que der menos problema e 14,13% pela operadora que tiver a menor tarifa.

Principais problemas

Problemas com estabilidade do sinal (86,97%), velocidade da internet fixa (74,49%) e internet móvel (72,96%) representam as maiores queixas dos clientes. O mau atendimento do SAC também foi um ponto levantado por 67,55% dos entrevistados.

Insatisfação com o atendimento

De acordo com a pesquisa, aproximadamente 60% dos consumidores disseram que não estão satisfeitos com o serviço de atendimento de suas operadoras.

Ao serem questionados sobre a mudança do serviço no último ano, quase 46% dos clientes responderam que o atendimento não melhorou nos últimos 12 meses, enquanto somente 1,42% creem que houve uma evolução. Outros 22,78% acreditam que ocorreu uma pequena melhoria no atendimento.

Caso da Oi

Após fracassar na tentativa de um acordo para reestruturar suas dívidas com credores diante de uma forte crise, a Oi decidiu, na última segunda-feira, dia 20, fazer um pedido de recuperação judicial no valor de R$ 65,4 bilhões. Com ele, a empresa se protege temporariamente de cobranças e continua funcionando normalmente enquanto tenta renegociar sua dívida bilionária com supervisão da Justiça, para não declarar falência.

Diante do pedido, no entanto, os consumidores não podem sofrer consequências. Diminuição da qualidade na prestação dos serviços, falhas nas cobranças, ou qualquer outro dano aos clientes devem ser relatadas à Anatel e também através de uma queixa no Reclame Aqui

Faça um comentário