Queixas sobre farmácias aumentam 48,3% no primeiro semestre de 2019

Dentre as queixas, mais de 6,5 mil são somente sobre e-commerce farmacêutico

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Comprar remédios pelo aplicativo, reservar mercadorias, consultar orientações online. Tudo isso faz parte de um novo ciclo do varejo farmacêutico. As grandes redes estão investindo cada vez mais na tecnologia, para o aumento da rede de serviços e no conforto do consumidor, para o sucesso do cliente. Mas, adaptar-se às novas tecnologias exigem muito cuidado e planejamento, afinal, a experiência do cliente é o que faz com que a empresa tenha uma boa reputação.

No site do Reclame AQUI, a categoria de farmácia somou mais de 4,1 mil reclamações nos últimos 6 meses. No mesmo período de 2018, foram 2.767 queixas registradas. O que representa um aumento de 48,3%.

Os principais motivos de reclamações relatados pelos clientes são: atraso na entrega, produto não recebido, estorno do valor pago, medicamento em falta e mau atendimento. Dentre essas queixas, mais de 6,5 mil são somente sobre e-commerce.

“A compra contemplava 3 itens, chegou 1 e eles deram baixa no pedido como entregue. Tentei por vezes contactar por e-mail, no formulário do site e no SAC, mas não retornam. Existe um botão para chat online, mas que nunca está disponível. Não tem telefone divulgado no site, todos os telefones que encontrei pesquisando na internet ou não atende, ou sempre ocupado. Pedido pago e eu sem os produtos, e sem um retorno da farmácia”, relata uma consumidora de São Paulo no site do Reclame AQUI.

Para Mauricio Vargas, CEO Global do Reclame AQUI, a adaptação do setor às novas tecnologias é muito importante e até natural. “Atualmente, as empresas precisam acompanhar o ritmo de toda essa tecnologia e comodidade que o consumidor quer ter. O cliente é quem manda, ainda mais o novo consumidor”.

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