Folião paga R$ 4 pela água e R$ 7 por uma cervejinha no Carnaval

Levantamento foi realizado em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Olinda, Porto Alegre e BH

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O folião que sai às ruas para curtir o carnaval neste ano precisa preparar o bolso quando quiser se refrescar. No quesito economia, a nota é zero. O preço de uma garrafa de água de 500 ml. varia até 100% no entorno dos blocos e nos sambódromos, sendo vendida por entre R$ 2 e R$ 4.

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Para mostrar as variações nos preços dos produtos mais consumidos nas festas do país, o portal de notícias G1 fez um levantamento dos valores das bebidas e de alimentos em seis cidades brasileiras durante o carnaval. Os preços foram verificados no sábado, dia 6, e no domingo, 7.

É no carnaval baiano que a água é vendida com os preços mais baixos: R$ 2 pela garrafa de 500 ml. no circuito de Campo Grande e R$ 2,50 no Barra-Ondina. Em Olinda (PE), quem curte o carnaval também paga R$ 2 pela garrafa de água.

Água a R$ 4 no Rio

No Rio de Janeiro, tanto na Sapucaí quanto nos arredores dos blocos, o valor da garrafa de água do mesmo tamanho chega a R$ 4 – valor equivalente ao encontrado nos arredores dos blocos de São Paulo.

Já o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, tem a cerveja mais cara: R$ 7 pela lata tradicional de 350 ml, enquanto em Ipanema, nos arredores de blocos, a mesma lata podia ser encontrada por R$ 4. Nas ruas do bairro, o latão de 473 ml. é encontrado por R$ 6. No entanto, em Copacabana, o preço da lata de cerveja padrão de 350 ml. é R$ 5.  O valor é similar ao encontrado pelas ruas de São Paulo, onde a cerveja de 350 ml. é vendida por R$ 5.

Em Salvador, a lata “piriguete” de 250 ml. é a preferida dos foliões, que pagam R$ 2 pela cerveja nos dois principais circuitos. Em Belo Horizonte, quem frequenta os blocos da cidade prefere o latão, de 473ml., que sai por R$ 5 - mesmo preço encontrado nas ladeiras de Olinda.

Comidinhas

Cachorro-quente e espetinho são os petiscos mais comuns para o folião aplacar a fome. No Complexo de Porto Seco, em Porto Alegre, o cachorro-quente é vendido por R$ 8, o valor mais alto encontrado no levantamento.

O menor preço para o lanche foi encontrado em Salvador: R$ 3, nos dois circuitos. O lanche também é vendido a R$ 3 em Olinda.

Em Belo Horizonte, quem resolver comer um cachorro-quente quando a fome apertar vai gastar R$ 6. No carnaval de rua do Rio, em Copacabana, o lanche foi encontrado por R$ 5.

Porém, na Sapucaí estão os preços mais altos para o espetinho. O folião precisa desembolsar R$ 8 pela versão tradicional do petisco. Caso a fome seja grande, ele pode optar pela versão premium, de R$ 13, e com queijo, por R$ 12.

Em Salvador, nos dois circuitos, o espetinho custa em média R$ 5, mesmo valor encontrado nas ruas do Rio de Janeiro.

Nas ladeiras de Olinda, o folião encontra versões do espetinho vendidas a R$ 3 a R$ 5.

Fonte: G1

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