Caixa e Sebrae firmam parceria para crédito a micro e pequenas empresas e MEIs

Estarão disponíveis R$ 7,5 bilhões em crédito com condições especiais de taxas, prazo e carência

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Como medida de auxílio por conta da pandemia de Covid-19, que paralisou serviços e negócios, a Caixa Econômica Federal e o Sebrae firmaram uma parceria. As instituições anunciaram nesta segunda-feira (20) a disponibilidade de R$ 7,5 bilhões em crédito para microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas.

De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, o banco disponibilizará melhores condições de taxas, prazo e carência. Com capital de giro, essas empresas recebem um apoio importante na manutenção dos negócios e empregos. A parceria vai usar as linhas de crédito disponibilizadas pela Caixa, e as garantias complementares serão concedidas pelo Sebrae por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

No site da Caixa as condições estão detalhadas, mas basicamente os empreendedores terão carência de 9 a 12 meses para o pagamento. Os valores contratados por CNPJ são de até R$ 12,5 mil para MEI, até R$ 75 mil para microempresas e até 125 mil para empresas de pequeno porte. Ao longo do financiamento, as empresas poderão contar com orientações do Sebrae.

A linha especial de crédito não vale para empreendedores negativados, é preciso estar com as contas em dia e ter mais de 12 meses de abertura. Quem não for cliente da Caixa poderá abrir conta para pedir o financiamento.

 

Pesquisa Reclame AQUI: 28,6% das empresas já precisaram demitir colaboradores

Na última semana, o Reclame AQUI divulgou uma pesquisa que realizou com as empresas de 24 estados da federação entre os dias 3 e 6 de abril. Os dados foram destaque no Jornal da Globo, que tratou em reportagem como as empresas têm se transformado para encarar as dificuldades impostas pela pandemia.

Até a realização da consulta com mais 2,8 mil empresas de todos os portes, 63,5% das organizações responderam que tiveram dificuldades para fechar a primeira folha de pagamento com a chegada da crise e 28,6% afirmaram que já precisaram demitir colaboradores. 

Fonte: UOL/Caixa Econômica Federal

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