Você pode economizar suspendendo serviços de casa durante as férias

Não há taxa para desligue temporário de telefone fixo e móvel no prazo de 30 a 120 dias

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Quem deixa a residência desocupada por mais de um mês, seja viajando de férias ou fazendo um curso fora, por exemplo, pode solicitar a suspensão de alguns serviços, como telefonia fixa e móvel, água e TV por assinatura.

Em tempos de crise, essa pode ser uma boa saída para economizar. Mas, para ter certeza de que a suspensão valerá a pena, o consumidor deve verificar por quantos dias ficará fora e entrar em contato com as prestadoras para saber se haverá ou não cobrança pela interrupção temporária, já que as regras variam de serviço para serviço. Confira como funcionam alguns deles:

Telefone fixo e móvel

É chamado de desligue temporário e o consumidor tem que estar em dia com os pagamentos. A suspensão do serviço tem o prazo mínimo de 30 e máximo de 120 dias, uma vez a cada 12 meses, e não há cobrança de taxa para suspensão e reativação. A prestadora tem o prazo de 24 horas para atender o pedido.

TV por assinatura 

Vale a mesma regra da telefonia. Desde que adimplente, o consumidor tem o direito de requerer a suspensão do serviço, sem ônus, por um prazo mínimo de 30 e máximo de 120 dias dentro de cada período de 12 meses. A prestadora tem prazo de 24 horas para atender à solicitação. Acabado o prazo, a prestadora deve restabelecer o serviço gratuitamente.

Confira todas as regras clicando aqui.

Água 

O prazo pode ser negociado com a concessionária. Existe cobrança para a supressão e para a religação do serviço, por isso é necessária uma pesquisa para decidir se vale a pena suspender o serviço durante as férias.

Energia Elétrica 

Cada concessionária possui regras específicas. Para verificar as condições, o consumidor precisa entrar em contato com a empresa que atende sua região.

Solicitação

Em todos os casos acima, é preciso entrar em contato com o SAC das empresas para fazer a solicitação. É importante que o consumidor anote o número do protocolo de atendimento. Caso precise voltar para casa antes do programado, o consumidor poderá pedir o fim do bloqueio do serviço.

A cobrança de tarifas deve ser proporcional ao valor da mensalidade, e a abusividade acontece quando a empresa coloca o consumidor em situação de desvantagem exagerada. Ou seja, quando é mais caro não receber o serviço do que mantê-lo. Na dúvida, questione a empresa e registre queixa na agência reguladora do setor e nos órgãos de defesa do consumidor.

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Outros serviços

Para outros casos como internet, academia, cursos, assinatura de revistas e jornais, é necessário verificar no contrato ou junto ao fornecedor se é possível pedir a suspensão temporária e quais as condições para isso; se há cobrança, qual o prazo e os procedimentos a serem adotados para realizar a solicitação.

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Fonte: Procon/O Globo

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